Quanto custa conhecer alguns dos lugares mais extraordinários do planeta?
Quanto você estaria disposto a investir para navegar entre icebergs na Groenlândia, dormir em um bangalô sobre o mar nas Maldivas, observar elefantes em Botsuana ou finalmente pisar na Antártida?
Algumas viagens custam caro porque são luxuosas.
Outras custam caro porque chegar até lá já é uma aventura.
E algumas conseguem reunir as duas coisas.
Um levantamento divulgado em 2026 analisou diferentes componentes do orçamento de uma viagem para identificar os destinos mais caros do mundo. E o resultado mostra algo interessante: os lugares mais caros não são necessariamente aqueles onde um simples café custa uma fortuna.
Isolamento geográfico, logística, baixa oferta de hospedagem, transporte, exclusividade e experiências muito específicas pesam — e muito — na conta.
Por isso, expedições polares, ilhas remotas e safáris africanos dominam boa parte do ranking.
Neste guia da Libet Iter, vamos conhecer os 15 destinos mais caros para viajar em 2026, entender o que encarece cada viagem e, principalmente, descobrir por que alguns deles continuam entre os grandes sonhos dos viajantes.
Antes de começar: de onde vêm esses valores?
O ranking utilizado neste artigo tem como base o Expense Index 2026 da Squaremouth, empresa americana especializada em seguro viagem.
Foram combinados dados de mais de 100 mil vendas de seguro viagem, pesquisas realizadas com mais de 6 mil viajantes e informações de plataformas externas.
Cinco fatores foram analisados:
- custo médio diário da viagem;
- passagens aéreas;
- hospedagem;
- aluguel de carro;
- alimentação e bebidas.
Atenção
Os números apresentados ao longo deste artigo são referências estatísticas do estudo, expressas em dólares americanos, e não representam o preço que a Libet Iter cobrará por uma viagem.
Além disso, parte dos dados de passagens aéreas considera viagens originadas nos Estados Unidos.
Uma viagem saindo do Brasil poderá custar mais ou menos dependendo da época, duração, categoria de hospedagem, disponibilidade aérea, experiências escolhidas e perfil do viajante.
O interessante aqui é comparar por que determinados destinos são estruturalmente mais caros que outros.
Ranking: os 15 destinos mais caros de 2026
| Posição | Destino | Custo médio da viagem/dia* |
|---|---|---|
| 1 | Groenlândia | US$ 1.171 |
| 2 | Ilhas Virgens Britânicas | US$ 925 |
| 3 | Polinésia Francesa | US$ 756 |
| 4 | Antártida | US$ 1.511 |
| 5 | Maldivas | US$ 1.072 |
| 6 | Suíça | US$ 602 |
| 7 | Zimbábue | US$ 1.167 |
| 8 | Turks e Caicos | US$ 878 |
| 9 | Botsuana | US$ 1.526 |
| 9 | Anguilla | US$ 1.265 |
| 9 | Santa Lúcia | US$ 792 |
| 12 | Namíbia | US$ 1.053 |
| 12 | Islândia | US$ 735 |
| 14 | Noruega | US$ 686 |
| 15 | Zâmbia | US$ 926 |
*Valores médios encontrados no levantamento e não orçamento individual de viagem.
E se você está pensando:
“Como Botsuana custa mais por dia que a Groenlândia e está em 9º?”
É porque o ranking não considera apenas o gasto diário.
O índice combina os cinco fatores mencionados anteriormente. Por isso, um destino pode ter hospedagem caríssima e alimentação razoável, enquanto outro combina aéreo caro, alimentação cara, transporte caro e custo diário elevado.
É justamente isso que torna o levantamento interessante.
1. Groenlândia
A campeã do ranking
A Groenlândia ocupa o primeiro lugar e representa perfeitamente a nova geração das chamadas bucket-list trips: viagens extraordinárias, remotas e realizadas, muitas vezes, uma única vez na vida.
Geleiras gigantescas, fiordes, icebergs, pequenas comunidades árticas, aurora boreal e paisagens praticamente intocadas fazem parte da experiência.
Quanto custa?
No levantamento:
Custo médio diário: US$ 1.171
Passagem aérea média: US$ 1.357
Aluguel de carro: US$ 110/dia
Hotel em noite de semana: US$ 227
Refeição econômica: aproximadamente US$ 36
Por que é tão cara?
A resposta começa pela geografia.
A Groenlândia possui poucas estradas ligando suas comunidades. Dependendo do roteiro, os deslocamentos precisam ser feitos de avião, barco ou helicóptero.
Produtos, alimentos e insumos também precisam percorrer enormes distâncias.
Some isso a uma temporada turística relativamente curta e uma oferta limitada de infraestrutura.
O que faz valer a viagem?
Ver icebergs gigantes em Ilulissat, navegar entre fiordes, observar baleias, conhecer comunidades inuítes e, dependendo da época, acompanhar o fenômeno da aurora boreal.
Não é simplesmente uma viagem.
É uma expedição ao Ártico.
2. Ilhas Virgens Britânicas
Caribe em versão exclusiva
Se a Groenlândia representa o extremo gelado, o segundo lugar está no outro extremo da experiência.
As British Virgin Islands são um dos destinos mais exclusivos do Caribe.
O arquipélago reúne praias praticamente perfeitas, iates, resorts sofisticados, villas privativas e algumas das águas mais bonitas da região.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 925
Hotel: US$ 1.137/noite
Passagem aérea: US$ 891
Refeição econômica: cerca de US$ 30
A hospedagem é um dos grandes responsáveis pela posição.
Por que é tão caro?
Oferta limitada, perfil de luxo, importação de produtos e um turismo muito associado a embarcações e propriedades exclusivas.
Para quem vale?
Para quem procura Caribe sofisticado, privacidade, praias excepcionais e experiências náuticas.
3. Polinésia Francesa
O sonho chamado Bora Bora
Tahiti, Moorea, Bora Bora…
Só os nomes já despertam aquela vontade perigosa de abrir o aplicativo do banco e começar a fazer contas.
A Polinésia Francesa ocupa a terceira posição.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 756
Hotel: US$ 1.382/noite
Passagem aérea: US$ 1.118
Os hotéis estão entre os mais caros de todo o levantamento.
Por que é tão cara?
Estamos falando de ilhas extremamente remotas no meio do Pacífico.
Grande parte dos produtos é importada, os deslocamentos entre ilhas exigem voos ou barcos e muitos dos hotéis trabalham justamente com uma proposta de altíssimo padrão.
O grande sonho
Os famosos bangalôs sobre a água.
Bora Bora praticamente transformou esse tipo de hospedagem em símbolo mundial de lua de mel e viagens românticas.
É caro?
Muito.
É uma experiência difícil de reproduzir em outro lugar?
Também.
4. Antártida
Quando a viagem vira expedição
A Antártida não é simplesmente um destino.
É uma expedição.
Não existem resorts espalhados pelo continente, estradas para road trip ou aeroportos turísticos convencionais.
A maioria dos viajantes chega por meio de navios de expedição, frequentemente partindo de Ushuaia, na Argentina.
Quanto custa?
O estudo encontrou:
Custo médio total da viagem: US$ 27.195
Duração média: 18 dias
Custo médio diário: aproximadamente US$ 1.511
Há uma observação importante: no índice geral, os valores de voo, hotel, alimentação e transporte terrestre utilizados para Antártida correspondem a Ushuaia, principal porta de entrada das expedições, e não aos serviços dentro da própria expedição.
Por que custa tanto?
Navios especializados, equipes de expedição, operação em ambiente extremo, logística complexa e temporada limitada.
O que você encontra?
Pinguins.
Icebergs.
Baleias.
Geleiras.
Silêncio.
E a sensação bastante difícil de explicar de estar literalmente no fim do mundo.
5. Maldivas
Paraíso com preço de paraíso
As Maldivas estão entre os destinos mais desejados do planeta.
São centenas de ilhas espalhadas pelo Oceano Índico, muitas ocupadas por apenas um resort.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 1.072
Hotel: US$ 1.249/noite
Passagem aérea: US$ 1.313
O detalhe que muita gente esquece
Chegar a Malé não significa necessariamente chegar ao hotel.
Dependendo da ilha escolhida, ainda será necessário:
- speedboat;
- voo doméstico;
- hidroavião.
E um transfer de hidroavião nas Maldivas pode representar uma parcela importante do orçamento.
Vale a pena?
Para quem procura mar espetacular, privacidade, mergulho, romance e resorts extraordinários, as Maldivas continuam sendo uma experiência única.
6. Suíça
Aqui o caro aparece no cotidiano
A Suíça é diferente dos cinco primeiros colocados.
Não é remota.
Possui excelente infraestrutura.
Tem trens fantásticos.
É extremamente organizada.
Mas praticamente tudo custa caro.
Segundo o levantamento
Custo médio diário: US$ 602
Hotel: US$ 485/noite
Refeição considerada econômica: US$ 48,10
Esse último número ajuda a explicar sua posição.
O que faz a Suíça especial?
Alpes, lagos, vilarejos impecáveis, trens panorâmicos e cidades como Zurique, Lucerna, Berna e Genebra.
E experiências como:
- Glacier Express;
- Bernina Express;
- Jungfraujoch;
- Zermatt e Matterhorn.
A Suíça prova que um destino não precisa estar isolado para ser caro.
7. Zimbábue
Safári e uma das maiores maravilhas naturais da África
O Zimbábue talvez surpreenda muita gente nesta lista.
Mas viagens de safári de alto padrão têm uma dinâmica de preços completamente diferente de férias convencionais.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 1.167
Passagem aérea média no estudo: US$ 1.839
O grande destaque
Victoria Falls, uma das maiores e mais impressionantes quedas-d’água do mundo.
Além disso, o país oferece excelentes áreas de vida selvagem, incluindo Hwange National Park.
Por que é caro?
Os melhores roteiros combinam lodges em regiões remotas, transfers, pequenos aviões, safáris guiados e pensão completa.
Quando tudo isso entra no pacote, o custo diário sobe rapidamente.
8. Turks e Caicos
Caribe sofisticado — e caríssimo
Água azul-turquesa quase inacreditável e areia branca são a assinatura de Turks e Caicos.
Grace Bay frequentemente aparece entre as praias mais bonitas do mundo.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 878
Hotel: US$ 1.413/noite
Aqui fica claro onde está o peso: hospedagem.
Perfil da viagem
É um destino muito procurado por viajantes que buscam:
- resorts de luxo;
- villas;
- gastronomia;
- mergulho;
- praia com altíssimo nível de serviço.
9. Botsuana
Um dos safáris mais exclusivos da África
Botsuana é um caso fascinante.
Seu modelo turístico prioriza, em diversas regiões, baixo volume e alto valor, em vez de turismo de massa.
O resultado são reservas pouco congestionadas e experiências extraordinárias de vida selvagem.
Quanto custa?
Custo médio total: US$ 24.411
Duração média: 16 dias
Custo diário: aproximadamente US$ 1.526
É um dos maiores custos diários de todo o estudo.
O que justifica?
O Delta do Okavango.
Uma das regiões de safári mais extraordinárias do planeta.
Muitos lodges só são facilmente acessíveis por pequenos aviões.
Imagine:
avião pequeno + lodge remoto + pensão completa + safáris + guias especializados.
Agora a conta começa a fazer sentido.
9. Anguilla
Quando o hotel muda completamente o orçamento
Anguilla aparece empatada na nona posição.
E possui um dado impressionante:
Hotel médio em noite de semana: US$ 1.684.
É o maior valor de hospedagem entre os 15 destinos do ranking.
Por quê?
Anguilla aposta fortemente no turismo de luxo.
Villas, resorts sofisticados, praias pouco movimentadas e serviço personalizado definem boa parte da oferta.
É aquele Caribe para quem procura menos movimento e mais exclusividade.
9. Santa Lúcia
Caribe com montanhas, natureza e romance
Santa Lúcia fecha o empate da nona posição.
A ilha é conhecida pelos Pitons, duas formações vulcânicas que criam uma das paisagens mais reconhecíveis do Caribe.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 792
Hotel: US$ 1.134/noite
O diferencial
Santa Lúcia consegue combinar praia com:
- floresta tropical;
- montanhas;
- spas;
- resorts românticos;
- atividades de aventura.
É particularmente procurada para lua de mel.
12. Namíbia
O luxo do espaço e do silêncio
A Namíbia possui algumas das paisagens mais cinematográficas da África.
Dunas gigantes.
Deserto.
Costa selvagem.
Safári.
Céus espetaculares.
E enormes distâncias.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 1.053
Passagem aérea média: US$ 2.009
A passagem foi a mais cara entre os destinos analisados pelo estudo.
O que conhecer?
- Sossusvlei;
- Deadvlei;
- Etosha;
- Swakopmund;
- Skeleton Coast.
A logística e as distâncias fazem parte da aventura — e do orçamento.
12. Islândia
A natureza cobra ingresso — mesmo quando a atração é gratuita
A Islândia empata com a Namíbia no ranking geral.
Cachoeiras, vulcões, geleiras, praias negras, águas termais e aurora boreal transformaram o país em um dos destinos naturais mais desejados da Europa.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 735
Hotel: US$ 402/noite
Refeição econômica: US$ 47,17
Por que pesa tanto?
Hospedagem, alimentação, aluguel de carro e combustível.
A boa notícia é que muitas das maiores atrações naturais podem ser visitadas sem ingresso.
Por isso, planejamento faz enorme diferença na Islândia.
14. Noruega
Fiordes lindíssimos e preços escandinavos
A Noruega ocupa a 14ª posição.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 686
Refeição econômica: US$ 42,26
Aluguel de carro: US$ 88/dia
Por que viajar?
Fiordes.
Lofoten.
Tromsø.
Aurora boreal.
Sol da meia-noite.
Trens panorâmicos.
Cruzeiros.
A Noruega é uma das melhores demonstrações de que natureza e excelente infraestrutura podem coexistir — embora isso tenha seu preço.
15. Zâmbia
Safári e Victoria Falls por outra perspectiva
Fechando o ranking aparece a Zâmbia.
Quanto custa?
Custo médio diário: US$ 926
Passagem aérea: US$ 1.475
O grande destaque
A Zâmbia compartilha Victoria Falls com o Zimbábue.
Além das cataratas, o país oferece excelentes experiências de safári e é especialmente conhecido pelo South Luangwa National Park.
O conceito de walking safari possui raízes importantes na região.
O que os destinos mais caros do mundo têm em comum?
Quando observamos o ranking inteiro, surge um padrão muito claro.
Não estamos falando simplesmente de luxo.
Os destinos mais caros se concentram principalmente em três categorias:
Expedições e regiões polares
Groenlândia e Antártida.
Ilhas e praias remotas
Ilhas Virgens Britânicas, Polinésia Francesa, Maldivas, Turks e Caicos, Anguilla e Santa Lúcia.
Safári e natureza selvagem
Zimbábue, Botsuana, Namíbia e Zâmbia.
A Squaremouth chegou à mesma conclusão em sua análise: viagens polares e de expedição aparecem primeiro entre os perfis mais caros, seguidas por ilhas e praias e, depois, safáris e vida selvagem.
O mais caro não é necessariamente o que você imagina
O ranking também revela algumas curiosidades.
Maior custo médio total de viagem
Antártida: US$ 27.195
Hotel mais caro entre os 15
Anguilla: US$ 1.684/noite
Maior passagem aérea média
Namíbia: US$ 2.009
Aluguel de carro mais caro
Groenlândia: US$ 110/dia
Refeição econômica mais cara
Suíça: US$ 48,10
Isso mostra por que simplesmente perguntar “qual país é caro?” não conta toda a história.
Depende de onde o dinheiro é gasto.
E Japão, Lapônia e Omã?
Eles podem, sim, representar viagens caras — especialmente quando falamos de hotéis sofisticados, períodos de alta temporada e experiências premium.
Mas não aparecem entre os 15 primeiros deste ranking específico de 2026.
E há outro detalhe: Lapônia não é um país. É uma região que se estende pelo norte da Finlândia, Suécia, Noruega e Rússia.
No inverno e especialmente no período do Natal, uma viagem à Lapônia finlandesa pode atingir valores bastante elevados por causa da enorme procura por hospedagem e experiências.
Portanto, “destino caro” e “integrante deste ranking” são conceitos diferentes.
Dá para conhecer esses lugares gastando menos?
Em vários deles, sim.
Mas existe uma diferença importante entre economizar inteligentemente e retirar justamente aquilo que torna aquela viagem especial.
Algumas estratégias ajudam:
- viajar fora do pico da temporada;
- reservar com bastante antecedência;
- comparar diferentes categorias de hotel;
- analisar cuidadosamente a logística antes de comprar o aéreo;
- combinar experiências premium com hospedagens intermediárias;
- concentrar o investimento naquilo que realmente importa;
- trabalhar o roteiro como um todo, e não reservar cada item isoladamente.
Por exemplo:
Ir às Maldivas e escolher uma ilha local é completamente diferente de ficar em um resort privativo.
Fazer um safári convencional não é a mesma experiência que dormir em um lodge remoto no Delta do Okavango.
Viajar pela Groenlândia por terra simplesmente não é uma opção em muitas rotas.
O segredo não é transformar uma viagem extraordinária em uma viagem barata. É investir melhor.
Afinal, vale a pena viajar para um destino tão caro?
Essa resposta é absolutamente pessoal.
Para algumas pessoas, férias perfeitas significam passar dez dias descansando em um resort.
Para outras, significa atravessar o Drake Passage para chegar à Antártida.
Há quem sonhe em ver a aurora boreal.
Há quem queira acordar e observar elefantes diante do lodge.
E há quem espere anos para finalmente dormir sobre o mar em Bora Bora ou nas Maldivas.
Viagem não é apenas uma soma de hotéis, passagens e transfers.
Estamos comprando tempo, experiências e memórias.
E algumas experiências simplesmente não possuem equivalente barato em outro lugar.
Planejamento faz ainda mais diferença em viagens de alto valor
Quanto maior o investimento, mais importante é planejar corretamente.
Uma conexão ruim, uma escolha equivocada de ilha, um lodge incompatível com o perfil do viajante ou um hotel bem localizado no mapa, mas inadequado ao roteiro, pode representar milhares de reais desperdiçados.
Por isso, viagens complexas exigem olhar para o conjunto:
aéreo + logística + hospedagem + experiências + época + perfil do viajante.
Às vezes, pagar mais em um determinado item reduz significativamente o custo ou melhora toda a experiência em outro.
É exatamente aí que entra um roteiro realmente personalizado.
Viajar bem não significa simplesmente gastar mais
Na Libet Iter, acreditamos que uma grande viagem não é necessariamente aquela com o hotel mais caro ou a passagem mais sofisticada.
É aquela em que o investimento faz sentido para quem está viajando.
Pode ser um lodge espetacular no meio do Delta do Okavango.
Um pequeno hotel cheio de personalidade na Islândia.
Um overwater bungalow nas Maldivas.
Ou uma cabine de expedição rumo à Antártida.
Nosso trabalho é entender onde vale investir, onde é possível economizar e como transformar orçamento em experiência.
Porque o verdadeiro luxo não é pagar mais.
É viajar exatamente do jeito que faz sentido para você.
Perguntas Frequentes
Qual é o destino mais caro para viajar em 2026?
No índice analisado, a Groenlândia ficou em primeiro lugar no ranking geral.
Qual viagem apresentou o maior custo médio total?
A Antártida, com aproximadamente US$ 27.195 por viagem entre os dados analisados.
Por que as Maldivas são tão caras?
Além da hospedagem de alto padrão, muitos resorts ficam em ilhas remotas que exigem transfers adicionais por speedboat, voo doméstico ou hidroavião.
Por que safáris podem custar tanto?
Os lodges podem estar em áreas remotas e incluir alimentação, guias, safáris e transfers. Em determinadas reservas africanas, o acesso também é realizado por pequenos aviões.
A Islândia é realmente cara?
Sim. O estudo identificou custos elevados principalmente em hospedagem, alimentação e despesas locais.
A Suíça está entre os destinos mais caros?
Sim. Ficou na sexta posição do ranking geral de 2026.
O Japão está entre os 15?
Não neste levantamento específico, embora uma viagem ao Japão possa ser cara dependendo da época e do padrão escolhido.
Os valores deste artigo servem como orçamento?
Não. São médias utilizadas pelo levantamento para comparação entre destinos. Um orçamento real depende das datas, cidade de origem, disponibilidade, categoria de serviços e perfil de cada viajante.
Fontes e metodologia
Este artigo utilizou como principal referência o estudo “The Most Expensive Travel Destinations 2026”, publicado pela Squaremouth em junho de 2026.
Os dados foram complementados e conferidos com publicações internacionais que repercutiram o levantamento.
Valores, disponibilidade, tarifas aéreas e custos turísticos mudam constantemente. Portanto, todas as informações financeiras apresentadas devem ser consideradas referências e não cotações.
Última atualização: agosto de 2026.


